domingo, 6 de maio de 2012

Inevitável gospel



  
Uma plataforma para a nova geração subir e fazer a história acontecer! É o que construiu o movimento gospel, deixando um legado a ser considerado pelos novos artistas cristãos. Algumas respostas possíveis são provocadas por sua força: 

1ª) Negação. Alguns artistas insistem em negar a existência do movimento gospel (uma imbecilidade).

2ª) Adesão. Desconsiderando os sinais para um novo rumo ou assumindo um ofício para repetição ou renovação, alguns entram na onda gospel, pois convivem bem com a ambígua figura eclesiástica-artística, evangelística-teatral (uma eterna tensão e mistura das “montanhas”: religião justificando artes e entretenimento).

3ª) Crítica psicótica. A doentia opinião que vê o movimento gospel como uma grande conspiração religiosa, marqueteira e catequética de grande mau gosto (uma generalização que não corresponde à realidade, por isso o adjetivo “psicótico”) 

4ª) Interpretação histórica. É plausível considerar o movimento gospel como fenômeno preparatório para o que se constrói hoje em dia: uma música brasileira de raízes cristãs.

Digo que ele prepara para o que é feito hoje em dia - tempo de simultaneidades - por alguns motivos. Um deles: o artista está cada vez mais independente do pároco, o que não quer dizer separado. Mas a figura do cantor vive de rendas provenientes de estruturas artísticas, ou melhor, de engrenagens estabelecidas pelas regras do entretenimento. Precisamos dizer que antes do movimento gospel não era assim; ou o músico “vendia a alma ao diabo” cantando qualquer coisa em barzinho ou vivia rodando igrejas e recebendo ofertas. 

Cantores cristãos do seguimento religioso sobrevivem da bilheteria de shows, de festas religiosas organizadas por igrejas e prefeituras, da venda dos discos e não mais precisam restringir suas apresentações às famosas “oportunidades” dentro da liturgia de culto. Sendo assim, é correto prever que, ao ganharem independência financeira, os artistas religiosos, antes amparados pela renda da igreja local, ganhem também mobilidade. Separando melhor o show do culto, o palco do púlpito, a tensão arte/religião continua apenas no nível das ideias, ou no plano da justificativa, pois o movimento gospel continuará a defender sua arte como objeto didático-evangelístico, embora na prática grande parte do seu repertório já é para entretenimento; embora o novo texto da Rouanet considere a música gospel como manifestação cultural liberada para receber investimentos de empresários, desde que seja promovida por entidades profissionais do ramo artístico; embora alguns continuem a negar tudo isso. Embora...

O gospel é um movimento que influenciou definitivamente a trilha sonora da renovação carismática, unindo - ao menos esteticamente - os dois ramos principais do cristianismo brasileiro: católicos e protestantes. Já a canção religiosa evangélica, a centenária música sacra, sofreu imensa transformação nesses últimos 40 anos. Temáticas caras à ortodoxia cristã foram descartadas. Por outro lado, outras foram amplificadas tanto para artistas bem sucedidos no gospel quanto para aqueles que resolveram abster-se do movimento e criar outro mais restrito às igrejas históricas e círculos avessos ao barulhão da mídia. Enfim, ninguém que é crente e artista pode ignorar as transformações desse fenômeno que misturou música, religião, templo, teatro e mercado.

Mas há um passo importante a ser dado pela nova geração: assumir completamente sua vocação artística sem mais desculpas. Tanto o gospel quanto os críticos dele, andam desculpando sua arte. Quem pode dizer: sou artista e ponto? A nova geração. Essa mesma que reconhece a herança do movimento e se coloca como pós-movimento inserido completamente no universo das artes a fim de cultivar um renascimento cultural tecido na Esperança.

Quem pode interpretar a hinódia cristã anterior à marca gospel? Quem pode olhar para o movimento a partir de outra perspectiva? A nova geração que foi encontrada pelo Deus da história e anda fazendo arte na liberdade que existe Naquele que nos libertou para apenas ser. 

Deixa estar.

O Brasil é uma festa da corrupção


  
Descrição: http://www.ultimato.com.br/image/atualiza_home/principal/ultimas/opiniao/2012/4_abr/home_opi_02_05.jpgO país das bravatas. Antes das eleições o senador, o deputado, o governador, era o campeão da moralidade. Os palanques balançam com a retórica da indignação, mas depois das eleições lá estão eles na festa do crime e da corrupção, ou protegendo corruptos, sem que seus eleitores se envergonhem deles. Não temem punição, pois são eles que fazem as leis corporativas que os livrarão de pegar cadeia e devolver o que roubaram do povo. Antigamente se chamava de neurastenia, ou histerismo, berrar, gritar, falar alto, o que é mais comum nos brasileiros. O garçom atende mal, damos uma bronca nele. Mas um banco poderoso denuncia uma pessoa como devedora, fazendo-a perder crédito na praça, colocando-a na lista dos “ficha suja” por um débito de 30 centavos. Mas não se protesta por isso.

A crassa desonestidade – que se pode chamar eufemisticamente de “falta de ética” – que nos últimos tempos esquenta o ambiente cultural nacional é prova de que o Brasil mostra a sua verdadeira cara. O governador que antes foi líder estudantil encabeçando passeatas, defendeu os sem-terra, agora manda a polícia espancar e jogar gás em estudantes que fazem passeata; envia tropas de choque para desocupar “invasões” em propriedades de uma empresa multinacional, ganha pontos nas pesquisas e provavelmente vai reeleger-se nas próximas eleições. 

O congressista que se elegeu à custa da crescente população evangélica rouba do erário, promove parentes, enriquece-se com concorrências fraudulentas, privilegia os amigos e ONG’s evangélicas que recebem polpudas dotações “sociais” e devolvem comissões ao mesmo, e púlpitos de grandes igrejas lhes são oferecidos. Ele fala contra os “perseguidores do evangelho” que ousam apresentar evidências de seu enriquecimento ilícito, e garante que “aquelas verbas” continuarão vindo. Igrejas e laranjais se igualam.

O pastor milionário da TV vende seu produto: “Deus tem um plano de salvação para você, sua família, seus filhos e sua mulher. E você pode usar o credicard da igreja. Basta pedir o seu, e ir ao seu banco entregar sua oferta”. Jamais será indiciado por estelionato. Ele “prega o evangelho” enquanto aumenta a conta bancária da igreja da qual é dono, sem ter que dar satisfações ao Ministério da Fazenda.

Aliás, o eleitor evangélico, como os demais, jamais acreditará na responsabilidade implícita do seu voto. Não acreditará que ao votar deve-se exigir uma atuação parlamentar pela erradicação da pobreza extrema, da fome e das epidemias cíclicas; exigir educação completa da alfabetização à universidade; exigir cuidados com o meio ambiente. Poderia ser consciente de que toda a população de Marrocos equivale à população brasileira submersa na miséria; que 600 municípios brasileiros, nos 13 bolsões permanentes de miséria e pobreza extrema, necessitados de água potável, esgotos, escola em mínima qualidade, saúde pública e que é através do voto que se pode corrigir tudo isso. Será que interessa?

Aqui, nesse meio, quanto mais viva a corrupção mais sussurros, boca-miúda, pausas, silêncios. O corporativismo evangélico exige controle emocional, condena a raiva, transfere para o além as punições cabíveis; o grito e a indignação são condenáveis e revelam “ausência de espiritualidade” nos inconformados. São “sentimentos baixos”, indignos, impróprios para o crente. Não dá pra entender este país. Ou dá. 

Uma expressão latina, “corruptio optimi pessima est” (a corrupção dos melhores é a pior) identifica o que geralmente vemos acontecendo, tanto no Congresso Nacional, nas câmaras legislativas estaduais e municipais, como nas poderosas denominações evangélicas, ricas de puxar dinheiro com rodo. Sem impostos, claro.

O pastor líder da grande denominação é pego com a boca na botija, enriquece a olhos vistos, vive em luxo ostensivo, seus parentes gozam privilégios salariais impressionantes, a cúpula da organização eclesiástica ocupa residências nababescas, tem conta no exterior, não pagam impostos, porque o dinheiro vem da igreja. A comunidade evangélica silencia. Assume a conivência, compactua com a corrupção dos que ocupam altos cargos nas denominações, ou daqueles que os representam no Congresso. Fazer negócios e mercadejar produtos religiosos é privilégio da religião. É “assunto espiritual”, e estamos conversados. Ademais, a exaltação, esbravejar contra desmandos, gestos exagerados de inconformismo não pegam bem para o crente evangélico, diz o pastor no púlpito. Esqueceu que o silêncio trai mais a culpa do que a inocência. “Onde há fumaça há fogo”. O velho ditado não tem efeito nas igrejas.

O que diferencia o evangélico que domina as estatísticas da população brasileira religiosa? Distante do rigor moral do falecido protestantismo de missões, o novo evangélico reproduz a sociedade brasileira em suas piores características. O Brasil é uma festa de frouxidão ética. Pragmaticamente liberto do fundamento que “condena ao inferno”, a salvação pode ser comprada com a oferta no altar, e o evangélico tende a eleger a corrupção e o oportunismo político como “virtude” ou resultado de bem-aventurança.

Não importam os cultos, em todas as formas vigentes no Brasil a corrupção consentida vigora entre nós. Para o antropólogo, envolvido no estudo das culturas e tradições populares, Pedro Malazartes e Macunaíma são interessantes como protótipos culturais, engendrados para explicar a alma brasileira. São personagens aéticos, oportunistas, espertalhões, capazes de adaptarem-se e dar jeito em tudo, devorando princípios em antropofagia explícita. Ambiguidade? Aí está a palavra que melhor define a sociedade brasileira. Evangélicos também entram na farra e se divertem muito, ao que parece. 

A ambiguidade não é privilégio de ninguém. E nesse caso não se pode culpar o catolicismo de frouxidão moral, superstição. Nem a religiosidade popular, que a maioria cultiva, trazida na bagagem cultural ibérica ou lusitana, ou da África, dos terreiros e tambores candobleístas ou umbandistas; ou no tum-tum-tum rítmico da macumba. Evangélicos, católicos, espíritas kardecistas e afro-religiosos, brasileiros, nunca fomos tão iguais. A farra dura o ano inteiro, fazendo inveja ao Carnaval. E salve-se quem puder.

É pastor da Igreja Presbiteriana Unida do Brasil e autor do livro “O Dragão que Habita em Nós” (2010).


Cadeias do amor


Prefiro solicitar em nome do amor. FILEMOM 9
 
As cadeias de Cristo geram privilégios e obrigações. Paulo tinha direitos adquiridos na amizade com Filemom, que lhe devia a “própria vida”. Contudo, preferia não ordenar, mas pedir em nome do amor.
 
O amor não é só o sentimento, mas, sim, o compromisso de não pensar de si mesmo além do que convém, de ter o mesmo sentimento para com o outro, de preferir o outro em honra e de entregar-se pelo outro. O amor é longânimo, benigno e jamais acaba. Assim, em nome do amor Paulo pede a Filemom que receba Onésimo — seu “próprio filho” (“que gerei nas minhas prisões”) — de volta.
 
O amor nos permite dar frutos. Suas cadeias fecundam vidas que se desenvolvem em doces afetos e acres sacrifícios. Como poderia Filemom furtar-se às dores do parto? Como romper as amarras dos sentimentos injustos? A resposta é: pela graça de Deus, que traz a paz.
 
Em nosso coração, a lei se traduz em direitos e obrigações, que geram frustrações e iras. Por causa do pecado, somos condenados à escravidão. Filemom era escravo do direito e Onésimo, da lei natural da liberdade. Paulo, amparado pela lei, abrigava o escravo fugido. Tinham o direito de fugir, de exigir e de se separarem. Só a graça de Deus — lei do amor — poderia gerar filhos livres e irmanados, e trazer a paz.
 
Quando estivermos irados, ofendidos por causa de alguma injustiça cometida contra nós, as cadeias do amor podem fecundar nossos afetos a fim de que geremos graça e demos à luz a paz de Cristo.

Retirado de Devocionais Para Todas as Estações (Editora Ultimato, 2009)

segunda-feira, 2 de abril de 2012

Afasta de teu coração o des-gosto e de tua carne...

O livro de Eclesiastes nos faz recomendações aparentemente contraditórias. Sim, porque de um lado se recomenda que o jovem recreie seu coração, ande por caminhos que agradem aos olhos e que satisfaçam o coração. Então, depois desse estímulo, aparece uma frase que diz: “Sabe, porém, que de todas estas coisas Deus te pedirá conta”.

Ou seja: diz que se deve recreiar a alma, escolher o caminho belo, e agradar o coração, para então depois chamar a atenção para uma possibilidade quase nunca considerada nesta existência, que é a de que é possível se divertir saudavelmente, apreciar o que é bonito, e agradar a própria alma, sem fazer disso algo que necessariamente seja mal.

Afinal, Deus pedirá conta um dia de cada ato do ser... Mas, tal fato, não tem que ser visto como um convite à evasão de tudo o que possa significar alegria. Por esta razão o texto prossegue estimulando o jovem a experimentar as boas alegrias e os bons prazeres.

Assim, a recomendação é para que o jovem não se iluda com as falsas alegrias, nem com as belezas que não alimentam também a alma, e com as satisfações que não completam o ser.

Portanto, se diz: “Afasta, pois, de teu coração o desgosto e de tua carne a dor, porque a juventude e a primavera da vida são vaidade”. E prossegue recomendando que se faça isto “antes que cheguem os maus dias, e cheguem os anos dos quais dirás: Não tenho neles prazer”.

Desse modo o equilíbrio da revelação da sabedoria nos põe no caminho do meio na existência, afastando-nos dos pólos e dos exageros em tudo.

Infelizmente, na maioria das vezes, a juventude é desperdiçada no jovem!

É por esta razão que se passa da vida do jovem..., e se diz: “... antes que venham os maus dias...”—; fazendo-se, então, uma descrição de como pesa a vida de um velho. Sim, porque a velhice em si é canseira e enfado. Porém, quando o velho foi um jovem que desperdiçou a sua juventude no desgosto e na dor, sua idade avançada será amargurada e triste.

Desse modo, o que o Eclesiastes pede é que aqueles que, na juventude, se alegram, o façam com alegria verdadeira; e não com as euforias que só geram, ao final, desgosto e dor.

Daí o apelo: “Afasta de teu coração o desgosto e de tua carne a dor...”

Ora, o estranho é que as maiores dores e desgostos que alguém pode carregar vida afora, em geral, são aqueles que decorrem de uma juventude que se desperdiça na insensatez do jovem empolgado com a primavera da vaidade.

Assim se fica sabendo que a verdadeira juventude não é irreflexiva e nem inconseqüente!

Entretanto, o conselho da sabedoria não está na evasão da alegria, mas na educação dela; de tal modo que nenhuma alegria seja a vereda do desgosto, da descrença e do cinismo; e, nem tampouco, seja algo que consuma a carne com desgastes que não se tornarão em capital de bem estar para o futuro.

Hoje, quanto mais vejo a moçada tratando sexo como “hot-dog” e vejo a proliferação de “ficadas” que só deixam para trás o imperceptível desgaste de alma (fruto da troca de energias espirituais que não são boas) —, penso que nunca foi tão importante que se creia — e apenas se creia com base na saúde proposta na sabedoria divina, e não em nenhuma “moral exterior” — no quão danosas são para o ser (da carne ao espírito), essa cultura de desgosto e dor que se espalha pela terra.

Sim, porque no final, não é apenas questão de botar uma camisinha ou tomar um contraceptivo feminino, transar, lavar, botar a calcinha ou a cueca, bater um bom papo sobre a cama-coisa-nenhuma, e pensar que isso é apenas massagem erótica, e nada além disso.

Na realidade, conforme tenho dito, um casal que deseja ter uma vida juntos, tem que tecer tal existencial de modo processual, pois as coisas do amor não são automáticas, mas tecituras de gestos feitos no cotidiano e no tempo, um dia depois do outro.

Entretanto, conforme Paulo, a “fortuidade” existencial, como o unir sexualmente des-significado com alguém, gera um espírito, um outro termo, uma alteração na essência da pessoa; pois, tudo o que não é amor, é automático para o mal, produzindo transferências de natureza estranha, e, por vezes, deixando na pessoa uma sombra que, na maioria das vezes, ela não sabe nem mesmo de onde veio.

Isto sem falar que a opção por alegrias sem significado des-significam o ser; o que gera desgosto e dor de natureza psicológica e existencial.

Nestes dias, percebo que a grande dor humana já não advém do sentimento de “repressão”, como aconteceu nos séculos que nos antecederam. Prova disso é que a doença feminina por excelência, era a histeria, a qual é quase sempre o resultado da repressão, especialmente a de natureza sexual. Hoje, todavia, a histeria deixou de ser a grande vilã das angustias da alma, e se vê o crescente domínio da “Síndrome de Pânico”, tanto em homens como em mulheres; a qual (a Síndrome) produz sentimento de desamparo, orfandade e solidão.

Assim, quanto mais as pessoas se dão, mesmo que livres da repressão, sem o saberem, viajam para o pólo oposto, que é o da solidão e o do abandono.

Desse modo, o convite divino é para que a alegria seja verdadeira, o belo carregue sentido e significado, e para que o que chamamos “satisfação”, não seja auto-engano, mas verdade boa para o ser.

Não adianta tentar viver em qualquer dos dois pólos... Ninguém consegue neles encontrar vida.

Aliás, é Paulo que, aos Gálatas, diz que não se deve tentar viver nem sob as repressões da Lei e nem tampouco na Libertinagem e seu poder de introjeção; pois, no primeiro caso, a alma mergulha no desgosto de nunca ter sentido nenhum gosto; e, no segundo caso, ela se abisma no mundo das diversidades que criam legiões de espíritos e de sentimentos herdados pela alma em razão do excesso de trocas des-significadas.

Portanto, aproveita tudo aquilo que aproveita-aproveitar; e não te percas na multidão de prazeres que são apenas a injeção do desgosto e de dor de corpo-imagem na alma.

Todo aquele que desconhece tal equilíbrio, não importando o pólo no qual viva, experimentará muito desgosto e muita dor nesta existência; desperdiçando a força da juventude enquanto é jovem; e apenas acumulando para si os pesos de amarguras e de dores de ser que se estacam para os anos dos quais se diz: “Não tenho neles prazer!”


Pense nisto!


NEle, sem caretices ou carrancas morais, mas visando à formação da face de Cristo em todos nós,


Caio

Próxima novela da Rede Globo, “Salve Jorge”, poderá ter título mudado para não perder audiência de evangélicos


A Rede globo anunciou recentemente o título de sua próxima novela, “Salve Jorge”, escrita por Glória Perez. Porém, a emissora manifestou medo de perder a audiência do público evangélico, já título da nova produção leva o nome de um santo católico.

Atualmente os evangélicos representam aproximadamente 20% da população brasileira, de acordo com índices da Fundação Getúlio Vargas, esses dados, no que se refere à audiência televisiva é bastante expressivo e estaria levando a rede Globo a buscar um novo nome para a nova novela que será exibida no horário de maior audiência, às 21 horas.

Mas, o enredo principal da novela continuará sem alterações, a escritora Glória Perez explanou sucintamente sobre como será a nova produção, disse que a fé em São Jorge será tema presente no decorrer da trama, porém, outros assuntos serão abordados, como o tráfico de pessoas, e oscilará em ambientes como o morro do Alemão, no Rio de Janeiro, e também fora do Brasil, em Istambul e na região da Capadócia, local onde São Jorge nasceu, localizado na Turquia.

Através do Twitter, Glória Perez também comentou sobre o tema, “A fé nele [São Jorge] existe e vamos mostrar: a fé na força que temos para vencer os dragões que a vida nos reserva.”.

Fonte: Gospel+

Bancada Evangélica: Saiba qual igreja cada um dos deputados da Frente Parlamentar Evangélica frequenta


Com os crescentes debates, no meio político brasileiro, de temas como casamento gay, kit homofobia, liberdade religiosa, aborto, e outros que atingem diretamente os princípios defendidos pelos cristãos, a chamada Bancada Evangélica da Câmara dos Deputados vêm ganhando grande notoriedade nacional.

Organizados em um órgão não reconhecido oficialmente pelo governo, chamado Frente Parlamentar Evangélica, esses deputados representam diversas denominações evangélicas brasileiras e afirmam defender os interesses dos cristãos brasileiros e os principios familiares.

Mesmo não sendo parte de um único partido político, o grupo, que cresceu mais de 50% nas últimas eleições (2010) e tem conseguido algumas vitórias em assuntos que suscitam polêmicas, já éconsiderado um dos mais influentes do cenário político nacional.

Confira na lista abaixo a igreja e partido a que faz parte cada um dos deputados da Bancada. Os dados são do site da Frente Parlamentar Evangélica.

Igreja Metodista

  • Walney Rocha – PTB/RJ
  • Áureo – PRTB/RJ

Igreja Presbiteriana

  • Lilian Sá – PR/RJ
  • Leonardo Quintão – PMDB/MG
  • Laéricio Oliveira – PR/SE
  • Edmar Arruda – PSC/PR
  • Edinho Araújo – PMDB/SP
  • Benedita da Silva – PT/RJ
  • Anthony Garotinho – PR/RJ
  • Vaz de Lima PSDB/SP

Igreja Maranata

  • Mannato – PDT/ES

Igreja Internacional da Graça

  • Dr. Grilo – PSL/MG
  • Dr. Adilson Soares – PR/RJ
  • Jorge Tadeu Mudalem DEM/SP

Igreja Nova Vida

  • Washington Reis – PMDB/RJ

Igreja Cristã Evangélica

  • Iris de Araújo – PMDG/GO

Igreja Mundial do Poder de Deus

  • Missionário José Olimpio – PP/SP
  • Francisco Floriano – PR/RJ

Igreja Brasil para Cristo

  • Roberto de Lucena – PV/SP

Igreja Cristã do Brasil

  • Bruna Furlan – PSDB/SP

Igreja Assembleia de Deus

  • Zequinha Marinho – PSC/PA
  • Takayama – PSC/PR
  • Sabino Castelo Branco – PTB/AM
  • Ronaldo Nogueira – PTB/RS
  • Ronaldo Fonseca – PR-DF
  • Paulo Freire – PR/SP
  • Pastor Eurico – PSB/PE
  • Pastor Marco Feliciano – PSC/SP
  • Lauriete – PSC/ES
  • João Campos – PSDB/GO
  • Fernando Frascisshini – PSDB/PR
  • Filipe Pereira – PSC/RJ
  • Fátima Pelaes – PMDB/AP
  • Erivelton Santana – PSC/BA
  • Costa Ferreira – PSC/MA
  • Antônia Lúcia – PSC/AC
  • Cleber Verde – PRB/MA
  • Anderson Ferreira – PR/PE
  • Lindomar Garçon – PV/RO
  • Marcos Rogério – PDT/RO
  • Nilton Capixaba – PTB/RO
  • Silas Câmara – PSC/AM
  • Zé Vieira – PR/MA
  • Marcelo Aguiar – PSC/SP

Igreja Universal Do Reino De Deus

  • Heleno – PRB/SE
  • Márcio Marinho – PRB/BA
  • Otoniel Lima – PRB/SP
  • Vitor Paulo – PRB/RJ
  • George Hilton – PRB/MG
  • Antonio Bulhões – PRB/SP
  • Jonathan De Jesus – PRB/RR

Igreja Do Evangelho Quadrangular

  • Jefferson Campos – PSB/SP
  • Mário de Oliveira – PSC/MG
  • Jusué Bengtson – PTB/PA

Igreja Sara Nossa Terra

  • Eduardo Cunha – PMDB/RJ

Comunidade Shamá

  • Henrique Afonso – PV/AC

Fonte: Gospel+