domingo, 27 de maio de 2012

O Mutirão de Oração por crianças e adolescentes em vulnerabilidade social

O Mutirão Mundial de Oração (MMO) é a união de cristãos em todo o mundo para orar por crianças e adolescentes em vulnerabilidade social. Por iniciativa da Viva (www.viva.org), ele acontece há 16 anos em mais de cem países. Desde 2003, ele é também promovido no Brasil pela Rede Mãos Dadas. Em 2010, o Mutirão envolveu mais de 30 mil pessoas. O MMO integra a Campanha Latino-americana pelos Bons Tratos da Criança (www.maosdadas.org/bonstratos) e este ano também está apoiando a Campanha de Enfrentamento à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes no Turismo.




Só vivemos uma vez



Ricardo Gondim


Não teremos outra vez. Não, ninguém espere outra chance. Nascemos condenados ao horror de ver a ampulheta sangrar areia, os calendários acelerarem, os relógios se fracionarem em milésimos de segundos. Vamos morrer. E depois que tudo tiver cumprido o seu destino, restará o quê? Diremos: “E agora, que a faca cortou, a lira tocou, o sol iluminou e o soldado matou?”. Sobrarão nossos vestígios.
Um dia todos passarão. Não ficará ninguém para observar nada. Meros rastros empoeirados testemunharão para o vazio que alguém andou por aqui. Mas a estrada permanecerá deserta.
Como serão os escombros? Nas universidades, livros, teses, nomes, que nada significam; nos museus, paisagens mortas; nos quartéis, medalhas enferrujadas; nos bancos, cofres lacrados; nos templos, bolor.
Depois de exercer a sua missão, o próprio tempo deixará de existir. Não haverá antes e depois. O assobio do vento não precisará viajar até ouvidos atentos. Se antes tudo era mudança, tudo se tornará estático. Terminarão as causas e os efeitos. Cessarão os contrastes.
Sem olhos, não existe beleza. Vitrais intactos perderão o esplendor; ninguém vai declarar alumbramento. Serão inúteis: por do sol, lua cheia, maré em ressaca, pororoca. Flautas, trompetes, pianos, pandeiros, harpas, jazerão em palcos desabitados diante de auditórios ausentes.
Somos um nadinha no tempo e nossa vaidade, uma neblina. O Eclesiastes também quer sacudir: “O destino do homem é o mesmo do animal; o mesmo destino os aguarda. Assim como morre um, também morre o outro. Todos têm o mesmo fôlego de vida; o homem não tem vantagem alguma sobre o animal. Nada faz sentido! Todos vão para o mesmo lugar; vieram todos do pó, e ao pó todos retornarão” [3.19-21].
Não demora e tudo deixará de ser. Breve seguiremos o caminho dos mortais, bem como o próprio planeta, que se apagará como se apagam as estrelas. Desapareceremos todos como desaparecem os vermes.
Portanto, enamoremo-nos.
Vivamos o instante impreciso.
Aspiremos o ar como se dele viesse o elixir da juventude.
Abandonemos resmungos.
Não nos exilemos nas masmorras que a neurose cria.

O tempo se chama agora. O dia é hoje. A vida é eterna devido à impermanência – eixo paradoxal.
Tornemo-nos jardineiros de prados.
Saiamos das estufas climatizadas.
Sejamos menos especialistas e mais aventureiros.
Corramos mais riscos.
Desobedeçamos aos cabrestos.
Testemos nossa afoiteza.
Encarnemos a inutilidade do afeto.
Assumamo-nos cafonas, bobinhos, no anseio de amar a poesia.

Antes que chegue o fim, fecundemos a vida com ternura.
Borboleteemos o pólen do amor.
As moradas eternas são vizinhas nossas.
Mudemo-nos para lá enquanto é tempo.

sexta-feira, 18 de maio de 2012

DIA 30 DE ABRIL DE 2012 A IGREJA DE SANTA CRUZ DO CAPIBARIBE-PE INAUGURA O TEMPLO PRÓPRIO DA SUA CONGREGAÇÃO EM CARAÚBAS – NO CARIRI PARAIBANO!


Em Março de 2005, a IBIB de Santa Cruz do Capibaribe-PE, através dos irmãos José Ronaldo da Silva e Orlando Sebastião da Silva, abriu uma Congregação Batista Independente no Cariri da Paraíba, na cidade de Caraúbas-PB. o Diácono Orlando Sebastião assumiu o campo realizando trabalhos semanais devido a dificuldade com as estradas de barro que tem um percurso de 46Km de distância de Sta Cruz do Capibaribe-PE. Em Setembro de 2007 o casal Joana D'arc e Ronaldo Henzel (do Ministério Pão é Vida) deram-nos um ótimo apoio na evangelização em Caraúbas - por 45 dias.  E, no final de 2007, com os trabalhos já bem encaminhados e estruturados o campo teve seu primeiro obreiro de tempo integral que foi o casal Jader e Cherlli (do Ministério Conexão Ide). O casal Jader e Cherlli foi sustentado pelas Igrejas Batista Betel de Sta Cruz do Capibaribe-PE e Batista Betel de Sta Rita-PB por 18 meses, tempo este em que o casal contribuiu para que a Congregação criasse vínculos com várias pessoas da sociedade afim de que as portas para o evangelho se abrissem mais e mais. Em Setembro, após a saída do casal Jader e Cherlli - que se deu em Julho de 2009, o campo foi suprido pelo casal Francisco e Cláudia - por 50 dias. Por fim, em Janeiro de 2010, o Pr Edmilson dos Santos (38 anos, SOLTEIRO), assumiu o campo e lá está até hoje. Tanto o Pr Edmilson quanto a manutenção do campo, são mantidos integralmente pela Igreja de Sta Cruz. Edmilson é teólogo e concluinte do Curso de Filosofia. Durante estes sete anos vivenciamos muitas lutas internas e externas, crises financeiras e etc, no entanto, Deus nos abençoou espiritualmente nos mantendo firmes no SEU PROPÓSITO, pois, "O interesse de Deus não é menor que o mundo inteiro. Ele quer salvar TODA sua criação!" - com isso, entendemos que o SENHOR ama e quer salvar aqueles que estão no sertão e no cariri do nosso imenso Brasil. Não abrindo mão da visão que Deus nos deu, Ele nos honrou salvando vidas, edificou Sua igreja e nos presenteou com um lindo templo de 160 metros quadrados. O templo é situado numa ótima localização e hoje é Cartão Postal da cidade caraubense que tem cerca de 5 mil habitantes.

Na Inauguração do templo foi um momento histórico, emocionante e muito bonito! Estiveram presentes mais de duzentas pessoas e algumas igrejas marcaram presença no evento. Contamos com as presenças, como por exemplo, a do Pr Waldir (Sta Rita-PB, membro da liderança da CIBIPB), Missionária Qille (Norueguesa), Pr Claudir da Silva (Presidente da CIBIPE) e demais obreiros ilustres que estão nas fotos. Na ocasião consagramos ao Diaconato um obreiro local, o irmão Joseilton. Com este evento histórico ocorrido numa cidade pequena e pacata cremos que, com a construção do templo, foi iniciado UM MARCO na história do cristianismo em Caraúbas-PB que é uma cidade tradicionalmente Católica Romana. Todos os caraubenses também estão encantados com o milagre do novo Templo que foi erguido em cerca de sete meses e por ter sido construído através da pequena e humilde Igreja de Sta Cruz do Capibaribe-PE. Para Deus seja toda honra, toda glória, todo o louvor e todo o poder para sempre, pois "O BRAÇO DO SENHOR FEZ ISSO" -  Is. 41.20.  E nós, como estamos? É um fato, uma realidade! Um milagre! Mas, ainda estamos como quem sonha...


PARABÉNS a todos os irmãos da IBIB de Sta Cruz, uma verdadeira EQUIPE! Agradecemos a todos que nos apoiaram, oraram por nós e também aos que puderam contribuir com donativos para o bazar e com dinheiro para que este templo fosse construindo. Agradecemos ao Pr Ricardo da Igreja Batista Independente de Niterói-RJ e as igrejas Batista Independente de Pernambuco pelo amor a nós e o apoio a este ministério. Não tem como agradecer a todos citando nomes, portanto, sintam-se todos, de uma forma ou de outra, COOPERADORES desta Obra no Cariri da Paraíba recebendo o nosso MUITO OBRIGADO a TODOS! Continuem orando por nós para que o SENHOR nos der estratégias e condições para enchermos esta Casa de Oração de pecadores arrependidos! A Ordem do SENHOR ainda é a mesma: “Ide por todo o mundo e pregue o EVANGELHO (poder de Deus) a TODA criatura...”; que Ele continue nos abençoando. Amém!

Prª Maria Marques
Pastora Titular da IBIB

terça-feira, 15 de maio de 2012

terça-feira, 8 de maio de 2012

I ENCONTRO DE TEOLOGIA DO AGRESTE!






Debaixo da sombra





A sombra é uma coisa maravilhosa. Que o diga o agricultor que trabalha o dia inteiro debaixo do sol. Pode ser a sombra de um pequeno arbusto, debaixo do qual Hagar colocou Ismael, então um adolescente de 14 anos (Gn 21.15). Ou a sombra de uma enramada, debaixo da qual Jonas se colocou para proteger-se do sol e do calor (Jn 4.5). Ou a sombra daquela gigantesca árvore do sonho de Nabucodonosor, que cobria a terra e cuja altura chegava até o céu (Dn 4.10-12).
 

A Bíblia fala de uma sombra sobrenatural, que acompanhou o povo de Israel do Egito a Canaã, por um espaço de 40 anos! Era uma coluna de nuvem que andava e parava, de acordo com a marcha do povo eleito em direção à terra prometida: “Nunca se apartou do povo a coluna de nuvem durante o dia e a coluna de fogo durante a noite” (Êx 13.22). Essa nuvem lhes servia de toldo (Sl 105.39) e abrandava-lhes o calor causticante do deserto (Is 25.5). Ela permaneceu sobre mais de seiscentos mil israelitas (Nm 1.46) por mais de quatorze mil e seiscentos dias.
 

Essa beneficência de Deus não se restringe exclusivamente ao povo de Israel. Qualquer um pode se colocar debaixo de uma sombra mística. Enquanto caminhavam em procissão para Jerusalém, os judeus cantavam: “O Senhor é quem te guarda; o Senhor é a tua sombra à tua direita. De dia não te molestará o sol, nem de noite, a lua. O Senhor te guardará de todo mal, guardará a tua alma. O Senhor guardará a tua saída e a tua entrada, desde agora e para sempre.” (Sl 121.5-8.)
 

Mais amplas que a copa das árvores são as asas de Deus, figura pela qual o crente reconhece a sombra do Onipotente e dela usufrui: “O que habita no esconderijo do Altíssimo e descansa à sombra do Onipotente, diz ao Senhor: meu refúgio e meu baluarte, Deus meu, em quem confio” (Sl 91.1, 2).
 

O mais dramático lamento de Jesus tem algo a ver com a recusa do homem de colocar-se sob suas asas: “Jerusalém, Jerusalém, quantas vezes quis Eu reunir os teus filhos, como a galinha ajunta os seus pintinhos debaixo das asas, e vós não o quisestes!” (Mt 23.37.)
 

Para suportar e superaro calor das tentações, o calor das paixões, o calor da cultura mundana, o calor das potestades do ar, o calor da injustiça, o calor da oposição, o calor do cansaço, o calor da dor — é preciso falar com Deus: “Guarda-me como a menina dos olhos, esconde-me à sombra das tuas asas, dos perversos que me oprimem, inimigos que me assediam de morte” (Sl 17.8, 9).

 Retirado de Pastorais para o Terceiro Milênio (Editora Ultimato, 2000)



Os dois tipos de igreja evangélica



Havia há alguns anos no Brasil dois tipos clássicos de igrejas protestantes: as tradicionais e as renovadas. Conseqüentemente dois tipos de crentes: o tradicional e o renovado.

O tradicional pertencente às correntes históricas do protestantismo como o anglicanismo, o presbiterianismo, batista ou metodista não cria em certas manifestações do Espírito Santo nos dias de hoje, não tolerava certos instrumentos na igreja e preferia um estilo de culto com hinário e à moda do século XIX ou ainda melhor do XVIII, ou seja, como o próprio nome diz era a tradição protestante que exercia um papel central em sua vida religiosa.

Já o renovado rompia com as tradições, adotando músicas de louvor modernas, permitindo outros instrumentos desde a guitarra e bateria até pandeiros, atabaques, sanfonas e triângulos. Além disso, as palmas, danças e uma pregação mais espontânea entraram na liturgia do domingo. Isso tudo sem falar na ênfase dos dons de línguas, profecias e curas. Assim o renovado era aquele que tinha uma ligação com o movimento pentecostal iniciado há 100 anos nos EUA. Ele pertencia, então, às igrejas Assembléia de Deus, Pentecostal, Comunidades, e uma série de igrejas independentes que surgiram, além daquelas tradicionais que se dividiram acrescentando ao seu nome o termo “renovada”.

Na época de minha conversão, no final dos anos 80, esses eram os dois principais tipos de igreja que percebi existirem no Brasil. Com o passar das décadas vi que duas coisas mudaram: as igrejas e eu mesmo. Assim essa divisão tão marcante pra mim se atenuou ao ponto de quase não mais existir.

Um texto rico de significado e história cristã (Amazing Grace) foi postado por nosso amigo de Juiz de Fora. Ele me fez pensar novamente nessa realidade da graça de Jesus. Concordo plenamente com o Almir quando ele separa disciplina e discipulado.  Erroneamente muitos cristãos atribuem todo tipo de sofrimento à atuação do inimigo, e se esquecem que, por exemplo, foi Deus quem enviou a tempestade e o peixão para o profeta Jonas que estava deliberadamente desobedecendo ao Pai.

Esses dias, relendo o livro de Salmos eu fiquei mais uma vez surpreso com o linguajar forte do verso 32 do Salmo 89 “Então visitarei com vara a sua transgressão, e a sua iniqüidade com açoites”. Sem dúvida é o nosso próprio Pai celestial quem nos faz sofrer, muitas vezes, para que aprendamos definitivamente lições imprescindíveis para o nosso caminhar e salvação.

Se houve uma época em que Deus era visto como um carrasco cruel e todo tipo de desgraça era logo relacionado ao castigo de um Deus severo e sem misericórdia, a sociedade pulou rapidamente de um extremo para outro, onde Deus é um pai tão bonzinho que nunca se zanga, permite tudo, e não encosta se quer um dedo nos seus filhinhos (mimados).

Dois livros que tratam com muita propriedade do assunto graça, nos remetendo para o equilíbrio saudável entre esses dois extremos são “Maravilhosa Graça” e “O Despertar da Graça” escritos respectivamente por Philip Yancey e por Charles Swindoll. Aliás, foram essas leituras que abriram meus olhos para a real e bíblica divisão que existe entre os cristãos: aqueles que vivem a graça e aqueles que são legalistas.

Independente daquilo que entendemos por lei (mosaica, tradicional ou renovada), existem sempre aqueles cristãos que querem impô-la para outros. Desconsiderando a própria consciência do irmão, a competência paterna divina e o senhorio de Jesus, esses cristãos tentam assumir para si mesmos o papel de guardiães da moral. Provavelmente a melhor maneira que fazem isso é escondendo o rebanho de outros pontos de vistas (a famosa cerca legal) ou simplesmente interpretando a Bíblia a seu bel prazer, como Marcos Bontempo escreveu esta semana. E assim forçam a barra, sobre outros crentes, querendo moldá-los à sua própria maneira de entender e vivenciar a fé cristã. Como muitos acabam caindo nessa armadilha, achando que só assim agradam a Deus, cumprindo as regras de uma rigorosa cartilha elaborada por irmãos “super espirituais”, acabam também existindo igrejas inteiras, se não denominações, que vivem de forma legalista, longe da graça divina. Esse é o primeiro tipo de igreja.

Por outro lado existem aqueles que preferem, ainda que sob o risco de serem mal interpretados, do abuso da graça e da má fé de alguns pregarem simplesmente a graça. Esses vêem muitas vezes que esses abusos são severamente punidos pelo Pai, e por isso mesmo não se calam e alertam para a seriedade que envolve o seguir a Cristo. Todavia, somente esse cristão, que vive o verdadeiro evangelho da graça experimenta a verdadeira alegria e a segurança que ele traz, pois eles são selados com o Espírito Santo (Ef 1.13). Estes conseguem viver melhor em comunidade e desfrutar de relacionamentos sadios dentro e fora da igreja. O conjunto desses indivíduos forma o segundo tipo de igreja que, na verdade, na verdade, é o único que existe independente de serem tradicionais ou renovados.
  

Mortalidade infantil cai pela metade



Dados do IBGE apontam queda notável, em 10 anos, do número de crianças que morrem antes de atingir 1 ano de vida

redacao@folhauniversal.com.br
Da redação
Com alguns números animadores, outros com pequeno avanço e dados inéditos que mapeiam a situação do País, o Instituto Brasileiro de Estatística e Geografia (IBGE) divulgou no fim do último mês os Resultados Gerais da Amostra do Censo 2010. O grande destaque ficou com a mortalidade infantil, que caiu notáveis 47,6% entre 2000 e 2010. O número de crianças que morrem antes de completar um ano passou de 29,7 para 15,6 a cada mil nascidas.

O Nordeste puxou a fila da queda, registrando 58,6% óbitos a menos, agora com a marca de 18,5. O Sul se manteve com o menor índice: 12,6. As duas regiões estão longe do patamar ideal, de países desenvolvidos, que é de apenas um dígito: 5. Apesar de as crianças brasileiras virem ao mundo mais saudáveis, com condições de sobreviver até a idade adulta, elas estão nascendo em menor quantidade. A taxa de fecundidade de 2,38 filhos por mulher, em 2000, caiu para 1,90 em 2010. A situação não é suficiente para o chamado "nível de reposição" (em 2,10, que os especialistas veem como mínimo para garantir a substituição de gerações. Curioso é que todas as regiões do País contribuíram neste item, com o Nordeste na liderança.

Para quem endossou a estatística, o cenário dos estudos dá sinais de melhora. O número de jovens de 7 a 14 anos que não estava na escola caiu de 5,5% para 3,1%. Do grupo dos que já têm mais de 10 anos, a conta de quem não tinha qualquer instrução baixou de 65,1% para 50,2%. A parcela dos que têm curso superior subiu: de 4,4% para 7,9%. O que pode ser um dos fatores para o aumento de renda – ainda que em percentuais tímidos. Da população ocupada no momento da pesquisa, o rendimento mensal ficou em R$ 1.345, contra R$ 1.275 de 10 anos antes. Um registro importante, jamais feito, foi o de pessoas com pelo menos uma deficiência (visual, auditiva, motora e mental). Segundo o IBGE, Em 2010 o País tinha 45,6 milhões nessas condições, o equivalente a 23,9% dos brasileiros.