sexta-feira, 10 de julho de 2009
sábado, 4 de julho de 2009
Divino futebol



A vitória do Brasil sobre o esforçado time dos Estados Unidos na Copa das Confederações era esperada e portanto não chegou a surpreender. O que surpreendeu mesmo foi o fervor religioso demonstrado explicitamente por inúmeros jogadores que aos poucos foram revelando o amor a Jesus em mensagens em inglês estampadas em camisetas que vestiam por baixo da famosa camisa canarinho. Os comentaristas da BBC que acompanharam a final também não estavam preparados para a reza coletiva.
terça-feira, 30 de junho de 2009
AFAE 2009
sexta-feira, 26 de junho de 2009
Retiro de São João
quinta-feira, 25 de junho de 2009
Templo em campanha
O bispo Manoel Ferreira, presidente vitalício da Assembleia de Deus e deputado federal (PTB-RJ), tem mandado cartas aos pastores importantes da igreja, a maior denominação evangélica do País - com cerca de 3,5 milhões de adeptos - para pedir votos ao também pastor Dilmo dos Santos para deputado estadual em São Paulo nas eleições do próximo ano.
Obtida pelo jornal O Estado de S. Paulo, a correspondência tem tom ameaçador e deixa claro aos pastores presidentes de campo (responsáveis pela administração de uma média de 50 templos) que seus cargos são de confiança e eles estão obrigados a apoiar o candidato.
"Esta eleição me mostrará quem são meus amigos e homens de confiança através dos mapas eleitorais. (...) Oro a Deus que não tenha nenhuma surpresa negativa, o que evidenciaria em quebra de confiança", diz o texto.
Ferreira determina aos pastores em outro trecho que rompam qualquer acordo com outro político. "Mais vale a presidência de uma igreja e a confiança de um presidente nacional vitalício que qualquer acordo político contra a nossa vontade."
A seguir, o dirigente conclama os pastores a iniciar imediatamente o que chama de "conscientização" da pré-candidatura. "Não vamos iniciar o trabalho na época da eleição", defende. A legislação define a data de 6 de julho do ano de pleito, ou seja, daqui a pouco mais de um ano, para o início da propaganda política.
Presidente da Assembleia de Deus em Piracicaba, interior de São Paulo, Dilmo dos Santos não vê nenhuma irregularidade na propaganda antecipada.
"Esta é uma decisão interna corporis da igreja. Eu tive minha pré-candidatura aprovada em um congresso da denominação em novembro do ano passado, em Bauru. Além disso, não estou fazendo campanha, sou apenas pré-candidato indicado pela instituição e não temo que a carta seja interpretada como campanha antecipada", disse.
Procurado pela reportagem durante três dias, o bispo Manoel Ferreira não retornou às ligações com pedido de entrevista. Fonte: http://jc3.uol.com.br/blogs/blogjamildo/
Obtida pelo jornal O Estado de S. Paulo, a correspondência tem tom ameaçador e deixa claro aos pastores presidentes de campo (responsáveis pela administração de uma média de 50 templos) que seus cargos são de confiança e eles estão obrigados a apoiar o candidato.
"Esta eleição me mostrará quem são meus amigos e homens de confiança através dos mapas eleitorais. (...) Oro a Deus que não tenha nenhuma surpresa negativa, o que evidenciaria em quebra de confiança", diz o texto.
Ferreira determina aos pastores em outro trecho que rompam qualquer acordo com outro político. "Mais vale a presidência de uma igreja e a confiança de um presidente nacional vitalício que qualquer acordo político contra a nossa vontade."
A seguir, o dirigente conclama os pastores a iniciar imediatamente o que chama de "conscientização" da pré-candidatura. "Não vamos iniciar o trabalho na época da eleição", defende. A legislação define a data de 6 de julho do ano de pleito, ou seja, daqui a pouco mais de um ano, para o início da propaganda política.
Presidente da Assembleia de Deus em Piracicaba, interior de São Paulo, Dilmo dos Santos não vê nenhuma irregularidade na propaganda antecipada.
"Esta é uma decisão interna corporis da igreja. Eu tive minha pré-candidatura aprovada em um congresso da denominação em novembro do ano passado, em Bauru. Além disso, não estou fazendo campanha, sou apenas pré-candidato indicado pela instituição e não temo que a carta seja interpretada como campanha antecipada", disse.
Procurado pela reportagem durante três dias, o bispo Manoel Ferreira não retornou às ligações com pedido de entrevista. Fonte: http://jc3.uol.com.br/blogs/blogjamildo/
quarta-feira, 24 de junho de 2009
Crescimento dos evangélicos pode mudar o Brasil, publica Época
A edição de aniversário da Revista Época, publicada em 25 de maio, apresenta uma série de matérias com previsões para o Brasil em 2020.
O crescimento evangélico é abordado em uma das matérias. Baseado em dados estatísticos do SEPAL (Serviço de Evangelização para a América Latina), estima-se que 50% da população brasileira poderá ser evangélica. E se a previsão se cumprir, o aumento no número de fiéis ajudará a mudar a “cara” do país. Uma das hipóteses para o crescimento dos evangélicos, segundo a matéria, é a flexibilização e adaptação à sociedade.
Para a revista, a influência evangélica em 2020 contribuirá para a diminuição no consumo do álcool, o aumento da escolaridade e a diminuição no número de lares desfeitos, já que a família é prioridade para os evangélicos. No entanto, não se sabe se a violência deve continuar a acontecer.
Como isso pode acontecer sem infringir princípios básicos da fé, deve ser uma reflexão para os cristãos.
Fonte: www.portasabertas.org.br
O crescimento evangélico é abordado em uma das matérias. Baseado em dados estatísticos do SEPAL (Serviço de Evangelização para a América Latina), estima-se que 50% da população brasileira poderá ser evangélica. E se a previsão se cumprir, o aumento no número de fiéis ajudará a mudar a “cara” do país. Uma das hipóteses para o crescimento dos evangélicos, segundo a matéria, é a flexibilização e adaptação à sociedade.
Para a revista, a influência evangélica em 2020 contribuirá para a diminuição no consumo do álcool, o aumento da escolaridade e a diminuição no número de lares desfeitos, já que a família é prioridade para os evangélicos. No entanto, não se sabe se a violência deve continuar a acontecer.
Como isso pode acontecer sem infringir princípios básicos da fé, deve ser uma reflexão para os cristãos.
Fonte: www.portasabertas.org.br
domingo, 14 de junho de 2009
A TV Globo ficou boazinha?

Fui surpreendido, assistindo à TV Globo nos Estados Unidos (onde ela localmente proíbe publicidade de igrejas), com a série “Os Evangélicos” e a divulgação de ministérios sociais da Assembleia de Deus, dos presbiterianos, metodistas, adventistas, batistas e luteranos. A Globo nunca abriu espaço para as igrejas evangélicas, e a única exceção foi a transmissão da Cruzada Billy Graham Grande Rio, nos anos 70, com o Maracanã lotado pela primeira vez desde o final da Copa de 1950, por pressão do regime militar, como consta da biografia autorizada de Billy Graham, escrita por John Pollock. Naquela cruzada, o bispo Sherrill foi um dos co-presidentes e o arcebispo de Cantuária, reverendíssimo Michael Ramsey, vestido de cassoque púrpura, falou da plataforma, com os pentecostais e batistas de olhos arregalados diante de um arcebispo protestante, traduzido pelo reverendo Benjamim Moraes, da Igreja Presbiteriana.
Pois bem! Durante esses anos a Globo tem “feito a cabeça” de milhões de brasileiros, com um modelo de vida urbano-burguesa-secular, em que igreja só entra para festa de casamento, os costumes são liberalizados, as personagens de suas novelas não praticam religião e o homossexualismo é promovido. Os protestantes ou são ignorados, ou são pintados negativamente, ou aparecem como personagens que são caricaturas ridículas. Temos sido excluídos por décadas e temos testemunhado impotentes ao poder deseducativo daquela rede de comunicação, que cresceu no regime militar, foi assessorada pelo grupo Time-Life, de braços com o ministro da Comunicação Toninho Malvadeza (ACM).
E, agora, a Globo “se converteu”? Longe disso.
Os caras são sabidos e são comerciais. No início da série o apresentador fala que somos 15% da população (mais ou menos 25 milhões de pessoas), ou seja, um imenso mercado, cujo desconforto com as posturas da empresa eles percebem.
Com Jade ela promoveu o islamismo; com Caminho das Índias, o bramanismo; e se fala em uma próxima novela que promoverá o budismo.
Lembro-me de um pastor pentecostal, meu amigo, que após a edição manipulativa da Globo do debate final entre Lula e Collor em 1989 (hoje ambos “aliados”), beneficiando, escandalosamente, este último, programou o seu aparelho de televisão para não receber o sinal da Globo, como forma de protesto e para melhor garantir a saúde espiritual e moral da sua família.
Portanto, meus irmãos, nada de comemorações apressadas, nada de ingenuidade. A TV Globo continua a mesma, e nós os evangélicos temos de desenvolver um espírito crítico diante da mídia, buscar alternativas (como a Rede Brasil e outras), cobrar, propor e, sempre que necessário, protestar, pois, afinal, somos ou não somos protestantes?...
Pois bem! Durante esses anos a Globo tem “feito a cabeça” de milhões de brasileiros, com um modelo de vida urbano-burguesa-secular, em que igreja só entra para festa de casamento, os costumes são liberalizados, as personagens de suas novelas não praticam religião e o homossexualismo é promovido. Os protestantes ou são ignorados, ou são pintados negativamente, ou aparecem como personagens que são caricaturas ridículas. Temos sido excluídos por décadas e temos testemunhado impotentes ao poder deseducativo daquela rede de comunicação, que cresceu no regime militar, foi assessorada pelo grupo Time-Life, de braços com o ministro da Comunicação Toninho Malvadeza (ACM).
E, agora, a Globo “se converteu”? Longe disso.
Os caras são sabidos e são comerciais. No início da série o apresentador fala que somos 15% da população (mais ou menos 25 milhões de pessoas), ou seja, um imenso mercado, cujo desconforto com as posturas da empresa eles percebem.
Com Jade ela promoveu o islamismo; com Caminho das Índias, o bramanismo; e se fala em uma próxima novela que promoverá o budismo.
Lembro-me de um pastor pentecostal, meu amigo, que após a edição manipulativa da Globo do debate final entre Lula e Collor em 1989 (hoje ambos “aliados”), beneficiando, escandalosamente, este último, programou o seu aparelho de televisão para não receber o sinal da Globo, como forma de protesto e para melhor garantir a saúde espiritual e moral da sua família.
Portanto, meus irmãos, nada de comemorações apressadas, nada de ingenuidade. A TV Globo continua a mesma, e nós os evangélicos temos de desenvolver um espírito crítico diante da mídia, buscar alternativas (como a Rede Brasil e outras), cobrar, propor e, sempre que necessário, protestar, pois, afinal, somos ou não somos protestantes?...
Robison Calvalcanti
domingo, 31 de maio de 2009
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